A IV edição do Granfondo Terras de Basto foi oficialmente apresentada no passado dia 26 de maio, na Casa da Terra, em Celorico de Basto, reafirmando-se como uma das mais relevantes iniciativas de promoção e valorização territorial da região.
O evento, que decorrerá nos dias 20 e 21 de junho de 2026, deverá reunir mais de mil atletas oriundos de 23 nacionalidades, consolidando a crescente projeção internacional desta prova e o seu impacto na dinamização económica e turística das Terras de Basto.
Com partida e chegada em Celorico de Basto, o Granfondo atravessa os quatro concelhos que integram este território – Celorico de Basto, Mondim de Basto, Cabeceiras de Basto e Ribeira de Pena – proporcionando aos participantes uma experiência marcada pela diversidade paisagística, riqueza natural e identidade cultural da região.
A iniciativa é promovida pela Probasto, com o apoio dos quatro municípios das Terras de Basto e da Entidade Regional de Turismo do Porto e Norte de Portugal. Este envolvimento institucional reflete uma estratégia concertada de promoção territorial, assente na valorização dos recursos endógenos e no reforço da identidade regional.
Durante a sessão de apresentação, foi sublinhada a importância de eventos desta dimensão para a afirmação e coesão das Terras de Basto, enquanto território de forte identidade, dotado de recursos naturais diferenciadores e com capacidade de projeção através de iniciativas estruturantes.
No ano em que a Probasto assinala o seu 35.º aniversário, o presidente da Câmara Municipal de Celorico de Basto e vice-presidente da Direção da Probasto, ligado à associação desde a sua fundação, então enquanto técnico do município, sublinhou a importância da realização de “grandes eventos num território com uma história mais antiga do que a própria nacionalidade, dotado de enormes potencialidades, mas também de desafios, cuja afirmação depende de uma visão conjunta, integrada e mobilizadora das Terras de Basto”.
O autarca acrescentou ainda que “iniciativas como o Granfondo contribuem para a valorização dos recursos endógenos e geram um impacto económico significativo, não apenas no imediato, mas também a médio e longo prazo em todo o território”.






